Campo Santo Salvador

Campo Santo Salvador (Solo Exhibitions)

SONY DSC

SONY DSC

flavio_final

 

With a polemic and poetic work, Flavio Marzadro opens a new solo show in Salvador, the Museum of Sacred Art in May 15, 2014 until April 7, 2014. This individual installation integrates the Cultural Circuit July 2 promoted by the Movement Our Neighborhood is July 2 as part of the Third Biennial of Art in Bahia, Brazil.

With this work, the artist transforms Salvador, represented by the Museum of Sacred Art, in an open Campo Santo for the Bahia de Todos os Santos. A Campo Santo that asks the temporalities present in Salvador, positioning itself critically in relation to recent speculation and gentrification movements that plague and disfigure the city.

Moreover, as noted by the artist field is also a holy place of rebirth, releasing the look, the moment can do the math with our own history is, finally, the possibility of building new stories from who we really are. “Probably this is why Campo Santo Salvador leaves us with the impression that time has stopped for a few moments on the Bay, in every way, to look at the recôncavo to the other neighborhoods of the old town that inspired the symbolic settings works presented, and ourselves, in a poetic dialogue between the artist and use practices of many territories from the center of Salvador.

 

Com um trabalho polêmico e poético, Flavio Marzadro inaugura uma nova mostra individual em Salvador, no Museu de Arte Sacra, em 15 de maio de 2014 até 07 de setembro de 2014. Esta instalação integra o Circuito Cultural do 2 de Julho promovido pelo Movimento Nosso Bairro é o 2 de Julho, no contexto da III Bienal de Arte da Bahia.

Com este trabalho, o artista transforma Salvador, representado pelo Museu de Arte Sacra, em um Campo Santo aberto para a Bahia de Todos os Santos. Um campo santo que interroga as temporalidades presentes em Salvador, posicionando-se criticamente em relação aos últimos movimentos de especulação e gentrificação que assolam e desfiguram a cidade.

Por outro lado, como lembra o próprio artista “um campo santo é também o lugar do renascimento, do olhar liberador, do momento em podemos fazer as contas com a nossa própria história… é, enfim, a possibilidade de construirmos novas histórias a partir de quem de fato somos”.

Provavelmente por isto é que Campo Santo Salvador nos deixa com a impressão de que o tempo parou por alguns instantes sobre a Baia, em todos os sentidos, para olhar para o recôncavo, para os outros bairros do centro antigo, que inspiram as configurações simbólicas das obras apresentadas, e para nós mesmos, em um diálogo poético do artista com as práticas de uso dos muitos territórios do centro de Salvador.

 

 

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

onesmallpot

food and other morsels...